"A diversão no mundo da química!"

"A diversão no mundo da química!"

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Você ai que pensa em soltar fogos nessas festas junina e de copa do mundo! Cuidado pra não se machucar nem machucar as pessoas.

Se você já assistiu a um espetáculo de fogos de artifícios em parques de diversões, campeonatos de futebol ou comemorações de virada de ano, sabe que existe muita magia nisso: o espetáculo é absolutamente maravilhoso.
Você já se perguntou como essa mágica funciona? O que é lançado no céu para criar efeitos tão fascinantes? Neste artigo, você vai aprender tudo sobre os fogos de artifícios.

Componentes básicos
Uma grande parte das pessoas já teve a oportunidade de ver a queima de fogos de artifício nas comemorações de Ano Novo seja ao vivo ou pela televisão. Talvez você já tenha prestado atenção em alguns truques pirotécnicos como as estrelinhas e os traques. A estrelinha demonstra como obter uma luz brilhante e cheia de faíscas de um fogo de artifício e o traque mostra como obter uma explosão.
Fogos de artifício existem há centenas de anos. Consistem de pólvora negra (também conhecida como pólvora) ou pólvora cintilante em um tubo de papel com um pavio para acender a pólvora. Pólvora negra, discutida rapidamente no artigo Como funcionam os motores dos foguetes, contém carvão, enxofre e nitrato de potássio. Uma composição usada em um traque pode conter alumínio no lugar de (ou além de) carvão, com o objetivo de dar mais brilho à explosão. Para saber mais a respeito de pólvora cintilante, que originalmente era usada em fotografia, clique aqui (site em inglês).
Estrelinhas são bem diferentes de traques. Uma estrelinha fica queimando por um até um minuto e produz uma faíscas muito brilhantes e parecidas com um chuveirinho. São normalmente chamadas de "estrelinhas bola de neve" por causa de uma bola com faíscas que se forma em volta da parte que fica queimando. Uma estrelinha consiste dos seguintes componentes:
combustível
oxidante
pólvora de ferro ou aço
aglutinante
O nitrato de potássio é bastante usado como oxidante. O combustível é carvão e enxofre, como na pólvora negra. O aglutinante pode ser açúcar ou amido. Misturadas com água, estas substâncias químicas formam uma pasta que pode revestir um fio (por imersão) ou ser colocada em um tubo. Assim que seca, a estrelinha está pronta. Ao acendê-la, ela queima de uma extremidade a outra (como um cigarro). Existe uma certa proporção entre o combustível, o oxidante e também as outras substâncias químicas, para que a estrelinha queime lentamente e não exploda como um traque.

Em fogos de artifício é comum a existência de pó de alumínio, ferro, aço, zinco ou magnésio, para dar origem a faíscas bem brilhantes. Os fragmentos de metal chegam a uma temperatuta alta o suficiente para ficarem incandescentes e brilhantes ou até queimarem. Vários outros elementos químicos podem ser adicionados para criar as cores.

Fogos de artifício
Fogos de artifício são normalmente formados por uma concha que consiste de quatro partes:

recipiente - normalmente papel e barbante colados, no formato de um cilindro
bolinhas - esferas, cubos ou cilindros com composição semelhante a de uma estrelinha
explosivo - como no craque, fica no centro da concha
pavio - prolonga o tempo de queima para que a explosão ocorra na altitude correta
Localizado logo abaixo da concha está um pequeno cilindro com o explosivo de lançamento.
Estas conchas são do tamanho aproximado de uma pêra e podem ser encontradas em qualquer loja que venda fogos de artifício. A esfera é a concha e o cilindro pequeno localizado logo abaixo é o explosivo de lançamento que o lança para fora do tubo. O pavio verde acende o explosivo de lançamento, que em seguida acende o pavio da concha. Conchas usadas em espetáculos são normalmente do tamanho de um melão
A concha é lançada de um morteiro. O morteiro é um tubo de aço curto com um explosivo de lançamento feito de pólvora negra que explode dentro do tubo e lança a concha. Quando é aceso para lançar a concha, também acende seu pavio. O pavio vai queimando até chegar à altitude correta e depois que atinge o explosivo, ele explode.

Mais informações:
http://pessoas.hsw.uol.com.br/fogos-de-artificio.htm
http://www.agracadaquimica.com.br/index.php

quinta-feira, 27 de maio de 2010

SOLUÇÕES...








Solução é toda mistura homogênea de duas ou mais substâncias.

As partículas dispersas:

  • são moléculas ou íons comuns
  • têm diâmetro que 1 nm (10-9 m)
  • não se sedimentam nem mesmo sob ação de ultracentrifugadores
  • não são retidas nem mesmo pelos ultrafiltros
  • não são detectadas nem mesmo com o auxílio do ultramicroscópio e do microscópio eletrônico.

Na dispersão coloidal :

  • as partículas dispersas têm diâmetro entre 1 e 100 nm
  • são agregados de moléculas ou de íons comuns, ou macromoléculas, ou macroíons isolados
  • não se sedimentam sob a ação da gravidade, nem sob a ação dos centrifugadores comuns, mas sim sob a ação de ultracentrifugadores
  • não são retidas por filtros comuns, mas o são por ultrafiltros
  • não são detectadas ao microscópio comum, mas o são com o auxílio do microscópio eletrônico e do ultramicroscópio.

Na suspensão:

  • as partículas dispersas têm diâmetro maior que 100 nm
  • são agregados de moléculas ou de íons
  • sedimentam-se pela ação da gravidade ou dos centrifugadores comuns
  • são retidas pelo filtro comum e são detectadas a olho nu ou com o auxílio de microscópios comuns.

[Índice]


Classificação das soluções

Quanto ao estado físico:

  • sólidas
  • líquidas
  • gasosas

Quanto à condutividade elétrica:

  • eletrolíticas ou iônicas
  • não-eletrolíticas ou moleculares

Quanto à proporção soluto/solvente:

  • diluída
  • concentrada
  • não-saturada
  • saturada
  • supersaturada

[Índice]


Tipos de concentração

% em massa:

_massa de soluto_
massa de solução
´ 100

% em volume:

_volume de soluto_
volume de solução
´ 100

(só é usada quando soluto e solvente são ambos líquidos ou ambos gasosos)

concentração em g/L:

massa de soluto em gramas
volume de solução em litros

concentração em mol/L:

_quantidade de soluto (mol)_
volume de solução em litros

concentração em molalidade:

_quantidade de soluto (mol)_
massa do solvente em kg

concentração em fração molar de soluto:

_quantidade de soluto (mol)_
quantidade de solução (mol)

Quanto à proporção entre soluto e solvente

a) Soluções diluídas
São soluções que apresentam pequena quantidade de soluto em relação à quantidade de solvente. São, geralmente, consideradas como soluções diluídas aquelas que apresentam menos de 0,1 mol de soluto por litro de solução. Exemplos:
- solução 0,1 molar de NaCl;
- solução 2% de HCl;
- solução 10 g/l de H2SO4.


b) Soluções concentradas
São soluções que apresentam grande quantidade de soluto em relação à quantidade de solvente. As soluções concentradas apresentam, porém, menor quantidade de soluto que a solução saturada. Exemplos:
- solução de HCl 25%;
- solução 1000 g/l de H2SO4;

c) Soluções saturadas
São soluções estáveis que apresentam quantidade máxima de soluto possível de disoolver numa determinada quantidade de solvente, a uma dada temperatura. Exemplos:
- solução saturada de NaCl: 360 g/l a 20ºC;
- solução saturada de KNO3: 316 g/l a 20ºC.

d) Soluções supersaturadas
São soluções que apresentam uma quantidade maior de soluto que soluções saturadas, nas mesmas condições de temperatura e pressão.
Para preparar uma solução supersaturada é necessário um método especial. Juntando-se 36 g de NaCl a 100 g de água, a 20ºC, verifica-se que esta quantidade de sal se dissolve, ou seja, forma-se uma solução saturada de NaCl. Aquecendo a solução até 80ºC, é possível dissolver mais dois gramas, obtendo-se assim, uma solução saturada de NaCl a 80ºC. Resfriando cuidadosamente esta solução à temperatura inicial de 20ºC, observa-se que os dois gramas de NaCl que a solução contém em excesso permanecem dissolvidos, obtendo-se desta maneira uma solução supersaturada.
As soluções supersaturadas são muito instáveis, com uma pequena agitação, ou adicionando-se um pequeno cristal do soluto, ocorre precipitação imediata do soluto em excesso, voltando à solução saturada

Mini Sarau promovido pelo colégio João XXIII Diretora Valdeci Santana















segunda-feira, 10 de maio de 2010

Minha galera da UNEB- Primeira turma de Química de Itaberaba...



Experimentos químicos feitos pelos quase profissionais rsrsrsrsrs...
Meninos e meninas olhem e aprendam...... rsrsrsrsrs
Vou postar mais fotos em breve juntamente com um relatório explicando a vocês o que estávamos fazendo exatamente ...
















terça-feira, 27 de abril de 2010

Mais trabalhos maravilhosos de meus alunos

O que dizer da biologia???


Biologia: A ciência que estuda a vida!!!
O que todos nós sabemos é que a ciência no ensino médio é dividida em três estudos química(tema central de nosso blog divertido), física parte essa já especificada por nós nesse blog(que depois será mais explorada) e agora a biologia que iremos a partir de hoje explora-la para que nenhuma parte de nossos estudos de química seja deixado de lado.

O que percebemos ao nosso redor e com essa grande biodiversidade é algo que vai além de nosso entendimento, se não fosse essa extensa fonte de vida que temos a ser estudada não teríamos tantos cientistas, biólogos, químicos, físicos, médicos e pesquisadores em geral extremamente curiosos fazendo tantos questionamentos e tantas novas descobertas...

Há vida em toda a parte ao nosso redor. Evidencia-se no zumbido dos insetos, no canto dos pássaros, no farfalhar provocado por animaizinhos na vegetação rasteira. Existe nas gélidas regiões polares e nos escaldantes desertos. Apresenta-se desde a superfície ensolarada do mar até suas mais escuras profundezas. Bem alto, na atmosfera, flutuam diminutas criaturas. Embaixo de nossos pés, indizíveis trilhões de microorganismos operam no solo, tornando-o fértil para o cultivo de plantas verdes que sustentam outras formas de vida.

Há muitos séculos, pensava-se que o universo se compunha de alguns milhares de estrelas que podiam ser observadas a vista desarmada. Mas, atualmente, com poderosos instrumentos que podem perscrutar os céus, os cientistas sabem que existe muito, muito mais.

Efetivamente, o que se tem observado é muito mais assombroso do que alguém poderia sequer imaginar.

A mente humana pasma diante da imensidão e complexidade de tudo isso. Como comentado pela revista National Geographic (Revista Geográfica Universal), o que o homem agora aprende sobre o universo “o deixa atônito”. Examinando as coisas infinitesimais — os átomos — vemos que existe a mesma precisão. Um átomo é uma maravilha de ordem, assemelhando-se à ordem do sistema solar. Inclui um núcleo que contém partículas chamadas prótons e nêutrons, cercadas por diminutos elétrons orbitantes. Toda matéria é constituída destes blocos de construção. O que faz com que uma substância difira da outra é o número de prótons e de nêutrons no núcleo, e o número e a disposição dos elétrons em sua órbita. Isto significa excelente ordem, visto que todos os elementos que constituem a matéria podem ser dispostos em exata seqüência segundo o número daqueles blocos de construção que contenham.

Comecemos com as menores coisas vivas: os organismos unicelulares. Certo biólogo afirmou que os animais unicelulares podem “apanhar alimentos, digeri-los, livrar-se dos resíduos, mover-se de uma parte para outra, construir casas, empenhar-se em atividades sexuais” e “sem nenhum tecido, nenhum órgão, nenhum coração e nenhuma mente — realmente têm tudo que nós temos”. As diatomáceas [cortadas em dois], organismos unicelulares, extraem silício e oxigênio da água do mar e fabricam vidro, com o que constroem diminutas “caixinhas de pílulas” [frústulas], para conter sua clorofila verde. Certo cientista as exalta tanto por sua importância como por sua beleza: “Estas folhas verdes contidas em porta-jóias constituem pastagens para nove décimos do alimento de tudo que existe nos mares.” Grande parte de seu valor nutritivo repousa no óleo fabricado pelas diatomáceas, que também as ajuda a ficar flutuando próximo da superfície, onde sua clorofila pode tomar um banho de sol. Seus lindos envoltórios silicosos [frústulas], conta-nos este mesmo cientista, existem em uma “estonteante variedade de formas — cilíndricas, quadrangulares, fusiformes, triangulares, ovais, retangulares — sempre adornados primorosamente por gravuras geométricas. Estas são filigranadas em puro vidro, com tamanha perícia, que um cabelo humano teria de ser cortado ao comprido em quatrocentos pedacinhos para caber entre as marcas.” Certo grupo de animais oceânicos, chamados radiolários [pequenos raios], fabricam vidro e, com ele, constroem “broches de vidro, dotados de longas e finas espículas transparentes que irradiam da esfera central de cristal”. Ou, “pontaletes de vidro são dispostos em forma hexagonal e utilizados para fabricar simples abóbadas geodésicas”. A respeito de certo construtor microscópico, diz-se: “Uma abóbada geodésica não basta para este superarquiteto; tem de ter três abóbadas de vidro trabalhadas em relevo, como renda, uma dentro da outra.”

Não há palavras que possam descrever estes maravilhosos projetos — é preciso usar gravuras para isso. As esponjas se compõem de milhões de células, mas apenas de poucas espécies diferentes. Explica um compêndio universitário: “As células não estão organizadas em tecidos ou órgãos, todavia, existe uma forma de reconhecimento entre as células que as conserva juntas e as organiza.” Caso se esmague uma esponja por coá-la num pano, e ela se separe em seus milhões de células, estas células voltam a unir-se e reconstroem a esponja. As esponjas constroem esqueletos silicosos belíssimos. Uma das mais surpreendentes é a Euplectella (cesta-de-flores-de-Vênus), em forma de cornucópia. Sobre ela, um cientista diz: “Ao contemplarmos o complexo esqueleto da esponja, tal como o composto de espículas silicosas, que é conhecido como [Euplectella], nossa imaginação fica aturdida. Como poderiam células microscópicas quase independentes colaborar na secreção de um milhão de espículas silicosas e dispô-las em tão intricada e linda rede? Não sabemos.” Mas, uma coisa sabemos: O acaso não é seu provável projetista.

Mais vídeos de trabalhos maravilhosos de meus alunos

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Densidade, o que é e como se faz o cáculo?








Para os meus alunos do João XXIII... nosso ultimo assunto que estará no simulado do dia 29...


O que é densidade?


Densidade é a relação entre a massa volúmica da matéria em causa e a massa volúmica de matéria de referência (a água é geralmente tomada como referência). É uma grandeza adimensional, devido ao quociente. Quando se diz que um corpo tem uma densidade de 5, quer dizer que tem uma massa volúmica 5 vezes superior à da água (no caso dos sólidos e líquidos).
As designações de densidade absoluta e densidade relativa, por vezes utilizados na língua portuguesa como sinónimos de massa volúmica, devem ser evitadas, devido à confusão e ambiguidade que podem originar. Na língua inglesa, o nome "density" designa massa volúmica, pelo que não deve ser traduzido para "densidade"
.

MATERIAL NECESSÁRIO:
- Óleo de cozinha
- Mel
- Água
- Colher de galão
- Corante alimentar
- Copo alto
- Berlindes
- Pedaço de cortiça

COMO FAZER:
1. Coloca a água no copo, cerca de ¼ do copo, junta umas gotas de corante e com a colher de galão mexe bem.

2. Adiciona agora o mel. A água e o mel devem chegar a meio do copo. O que é que aconteceu ao mel, ficou por cima ou debaixo da água?

3. Adiciona agora o óleo de cozinha, deves ter o teu copo cheio até ¾ da sua capacidade.

4. Depois de teres colocado todas as substâncias líquidas, adiciona agora as substâncias sólidas, sabes quais são? Isso mesmo, o berlinde e a cortiça. Onde é que ficou cada uma delas?

5. Consegues observar as várias camadas que criaste no copo.

O cientista explica:
Porquê é que será que os vários líquidos não se misturaram, será que são as substâncias mais pesadas que vão ao fundo?

A água e o óleo são substâncias imiscíveis, isto quer dizer que por mais que tentes elas não se misturam, contudo se tentares misturar a água com mel é possível que elas se misturem.

Conseguiste observar as várias camadas porque estas substâncias têm densidades diferentes, sendo que as substâncias mais densas são as que ficam em baixo (fundo do copo) e as menos densas ficam em cima.

A densidade tem a ver com a massa (peso) que um corpo ocupa num dado volume, assim a substância mais densa de todas é o berlinde, seguida do mel, depois vem a água, o óleo e a substância menos densa de todas é a cortiça.



Como calcular densidade?
Olhem o meu problema:

Volume total do Objeto: 28ml
Massa total do Objeto: 0,11 Kg
A densidade total do Objeto é: ????

Esse Objeto é feito de 2 materiais, um deles é o ferro:

Ferro (Densidade = 7,87 Kg/m³) , qual a densidade do outro material???



D = m/ v

em que:

D= Densidade ( expressa-se em g/cm3 ou kg/m3)
m= massa(peso) ( expressa-se em g ou kg) onde kg= 1000g
v= volume ( expressa-se em cm3 ou m3) onde 1 ml = cm3

Então, entendamos o exercício.
Para se saber a densidade, devemos,primordialmente, dividir a massa pelo volume , pois como diz a fórmula , a densidade é a razão entre a massa e o volume

D = 110g/ 28
D = 3,92 g/cm3